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>> Ciências Sociais

ECONOMIA E GESTÃO


Na licenciatura em Economia estuda-se o funcionamento dos mercados e a respectiva regulamentação, tendo em conta preocupações com o bem-estar da Sociedade; abordam-se também questões relacionadas com as políticas do Estado, quer ao nível macroeconómico - como o impacto do Euro na economia portuguesa - quer microeconómico - como a política de concorrência.

Exemplificando com temas actuais, na licenciatura em Economia estudam-se problemas como: quais as políticas que o Estado deve adoptar face ao aumento do défice orçamental, como integrar a questão ambiental na economia, quantas empresas devem actuar no mercado das telecomunicações, como explicar a apreciação do Euro face ao Dolar...

Na licenciatura em Gestão analisam-se questões mais directamente ligadas à vida e problemas das empresas. É desenvolvida uma perspectiva completa e articulada da Gestão, estudando-se as diversas áreas funcionais de uma empresa - Marketing, Finanças, Estratégia, Recursos Humanos, Operações - e como estas interagem entre si; são também analisados casos reais de empresas nacionais e internacionais.

Exemplificando com temas actuais, na licenciatura em Gestão estudam-se problemas como: qual deve ser o conjunto de produtos da empresa e como comunicar a existência desses produtos aos compradores, como levar a cabo a entrada em novos mercados e como definir a estratégia de internacionalização da empresa, como fazer a análise financeira de projectos de investimento, como seleccionar e motivar os colaboradores da empresa, como reagir a novos concorrentes que entraram no nosso mercado de actuação...

Fonte: Universidade Nova de Lisboa - Faculdade de Economia

GESTÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA

Formação integrada e ambivalente nos domínios das Ciências de Gestão e das Tecnologias de Informação e das Comunicações abre excelentes oportunidades de carreira nas seguintes áreas:

  • consultor e/ou analista de sistemas transaccionais, de suporte à decisão (p.e. Dataware-house, serviços Olap) e de sistemas/redes de telecomunicações,
  • consultor especialista no levantamento e redefinição de processos de negócio em cadeia de valor (p.e. sistemas e-business,
  • analista de risco e de segurança de Sistemas de Informação, especialista em desenvolvimento (p.e. aplicações para ambiente web, programação visual orientada a objectos), operação e manutenção de sistemas informáticos de suporte à gestão (p.e. sistemas ERP).

Após alguns anos de prática estes profissionais poderão assumir funções superiores especializadas, de direcção departamental, de área de negócio e de gestão global. Num ambiente de elevado dinamismo neste tipo de carreiras, abrem-se excelentes oportunidades para empreender o seu próprio negócio, com elevado potencial de globalização na oferta de serviços e produtos.

Fonte: Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa

CIÊNCIAS JURÍDICAS

O objectivo da Licenciatura em Direito é, fundamentalmente, o de formar juristas com sólidos conhecimentos de base, capazes de desempenhar as funções que tradicionalmente lhes são confiadas, nomeadamente na Magistratura, Advocacia, Administração Pública, Registos e Notariado e Polícia Judiciária.

Os licenciados em Direito, para além das áreas tradicionais de intervenção que cabem aos juristas, estão também preparados para novos campos profissionais, em clara expansão, como o aconselhamento e fundamentação de decisões nas organizações privadas e públicas, nacionais e internacionais.

Fonte: Escola de Direito - Universidade do Minho

CIÊNCIA POLÍTICA

As Licenciaturas em Ciência Política e Relações Internacionais - bem como áreas associadas - destinam-se a preparar profissionais para o exercício de funções de análise e comentário dos processos políticos e de planeamento e execução de acções a desenvolver no campo político em:

  • Organismos do Estado,
  • Entidades com vocação de intervenção política,
  • Orgãos de comunicação social,
  • Organizações que representam interesses da sociedade civil perante os poderes públicos,
  • nos Organismos ligados à Cooperação com Estados estrangeiros,
  • em actividades de representação nacional no estrangeiro, constituindo designadamente uma boa habilitação para o concurso à carreira diplomática,
  • nas empresas que trabalham com o estrangeiro.

Fonte: Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas

SOCIOLOGIA, ANTROPOLOGIA E GEOGRAFIA

Uma vez que as relações sociais que se estabelecem entre indivíduos ou grupos podem assumir dimensões muito diversas, os sociólogos e antropólogos podem actuar em áreas de actividade bastante diferentes:

  • na área das empresas e organizações, podem trabalhar, por exemplo, em empresas industriais ou de serviços, intervindo na formação profissional, na preparação de novas formas de organização do trabalho, no planeamento estratégico da empresa, nas estratégias de marketing e relações públicas, nos estudos de impacto das novas tecnologias sobre a estrutura da organização, no recrutamento e selecção de pessoal ou na avaliação de desempenho e análise de funções. Podem ainda trabalhar em empresas de estudos de mercado, entre outras;
  • nas autarquias e gabinetes técnicos de desenvolvimento regional e local, estes profissionais podem trabalhar ao nível do planeamento e desenvolvimento, participar em projectos de intervenção urbanística e ambiental, em projectos de animação local, em planos de reabilitação urbana, em planos de protecção civil, entre outros;
  • os sociólogos que se dediquem à área da cultura e comunicação podem trabalhar em domínios tão diversos como políticas culturais e gestão do património cultural, marketing e publicidade, projectos de animação cultural, comunicação empresarial, entre outros, podendo exercer a sua actividade em empresas de âmbito diverso, tais como jornais, revistas, empresas de publicidade, museus ou gabinetes de animação cultural;
  • na área da administração pública central e regional, estes profissionais podem trabalhar em políticas sociais, em projectos de luta contra a pobreza e exclusão social, na reinserção social, em projectos de intervenção em diversas áreas culturais, nas políticas de ensino e administração escolar, nas políticas de saúde e administração hospitalar, nas políticas de emprego ou na avaliação de projectos e políticas de âmbito social entre outros;
  • os sociólogos podem ainda trabalhar no contexto do ensino (sobretudo no que se refere ao ensino universitário) e da investigação (em centros de investigação associados às universidades ou em gabinetes de estudos e planeamento, por exemplo), nomeadamente, em sondagens e estudos de mercado, na produção de estatísticas e análise de dados, na área de consultadoria ou em projectos de investigação-acção.

Na área da Geografia predomina o trabalho por conta de outrem, sendo raros os casos de trabalhadores por conta própria. São entidades empregadoras dos geógrafos as câmaras municipais, o Ministério do Equipamento, do Planeamento e da Administração do Território, o Ministério do Ambiente e Recursos Naturais e o Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas, bem como empresas privadas que executam trabalhos na área do ambiente e do planeamento e ordenamento do território. Contudo, como a procura por parte destas organizações é reduzida, muitos geógrafos enveredam pela área do ensino, empregando-se, sobretudo, em estabelecimentos do ensino secundário. Para além da procura ser reduzida, enfrentam, por vezes, a concorrência de sociólogos na área da geografia humana e de arquitectos paisagistas e de engenheiros do ambiente na área da geografia física.

É na zona de Lisboa que se verifica uma maior procura, dada a concentração dos serviços ministeriais e das principais empresas privadas. Destaca-se, também, alguma procura na zona do Porto e nas câmaras municipais com mais recursos. A procura é mais generalizada ao território nacional apenas quando se trata de estabelecimentos de ensino.

Fonte: Guia das Profissões - Direcção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho

CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO


Nesta área encontramos vários profissionais ligados à Educação de que são exemplo os licenciados em Educadores de Infância cuja formação é fortemente orientada para o exercício da sua actividade profissional em estabelecimentos de ensino básico, nomeadamente jardins de infância. Podem no entanto desempenhar funções de promoção do desenvolvimento pessoal e social da criança noutras instituições e em contextos educativos mais informais, como animação de bibliotecas e ludotecas, salas de actividades nas pediatrias dos hospitais, salas de actividades de tempos livres e, em geral, todo o tipo de espaços recreativos frequentados por crianças.

Dependendo da especificidade do curso, a saída profissional mais relevante é o ensino da respectiva área de estudos nos ensinos Básico e Secundário. No entanto, uma vez que se trata de uma licenciatura em Humanidades, há também hipóteses de colocação em funções que exijam formação deste tipo, nomeadamente, as que passem pela área de gestão cultural e pela edição de livros, material didáctico e multimédia sobre línguas e culturas.

Instituições públicas, privadas ou de solidariedade social, nomeadamente jardins de infância, creches, escolas do ensino básico e secundário, apoio educativo (ensino especial e outros), salas de recursos e bibliotecas, ludotecas, salas de actividades de tempos livres, hospitais, espaços vocacionados para o ensino tecnológico, artístico ou de língua estrangeira, empresas que organizam actividades lúdicas e/ou didácticas são potenciais empregadores.

Fonte: Universidade de Aveiro (http://acesso.ua.pt/ensinoua.asp)

A licenciatura em Ciências da Educação forma Técnico Superiores de Educação, especializados em Educação/Formação cujas principais saídas profissionais incluem:

- Exercícios de cargos de gestão nas escolas, para quem já é professor;
- Formação de Formadores;
- Formação de Professores;
- Técnicos Superiores de Educação na Administração Autárquica;
- Técnicos de Organização da Formação;
- Funções de Produção e Avaliação de materiais de formação.


Fonte: Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (http://www.fpce.ul.pt/alunos/saidas_profissionais/)

LINGUÍSTICA

Um dos sectores em que o linguista tem um papel a desempenhar é o das organizações e empresas em que é crucial a produção de textos com requisitos de elevado rigor. Assim sendo, deverão ser as entidades públicas as principais empregadoras destes profissionais, nomeadamente ministérios, institutos públicos e outras organizações que, dada a sua natureza, publicam grande volume de documentos. As editoras livreiras são também entidades empregadoras importantes, uma vez que necessitam de profissionais habilitados para a elaboração de dicionários e traduções e para a redacção e revisão de textos (técnicos, científicos e literários).

A investigação e o ensino constituem saídas profissionais igualmente importantes: alguns destes profissionais continuam nas universidades a desenvolver os seus estudos, enquanto outros se dedicam à docência. As disciplinas que os linguistas podem leccionar no ensino secundário dependem das línguas escolhidas durante a licenciatura, sendo as mais comuns o inglês, o francês e o alemão (além do próprio português, naturalmente).

Nas empresas privadas (com excepção das editoras), a procura dos linguistas é reduzida, uma vez que estas empresas não estão ainda conscientes da sua utilidade. É bastante habitual encontrar pessoas com formação na área das línguas e literaturas ou da tradução a desempenhar funções para as quais os linguistas estão mais habilitados. Além disso, algumas entidades empregadoras preferem recorrer aos linguistas só em caso de necessidade, não os empregando efectivamente - encontram-se, por isso, alguns linguistas a trabalhar em regime de freelance.

Fonte: Guia das Profissões - Direcção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho



       

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