Publicidade

Portugal :: home >

SERVIÇOS ::

MAPA DO SITE



>> Ciências Naturais e do Ambiente

CIÊNCIAS BIOLÓGICAS

Decorrente do facto da biologia ser uma ciência que tem um vasto campo de aplicação, observa-se que estes profissionais podem trabalhar em entidades muito diversas:

  • na área do ensino, podem trabalhar em escolas do ensino básico e secundário e em universidades;
  • os biólogos que se dediquem à área da investigação, podem trabalhar nos centros de investigação das universidades, em institutos públicos de investigação (por exemplo, os Institutos de Investigação Agrária ou das Pescas) e também em institutos privados de investigação (por exemplo, o Instituto Gulbenkian de Ciência);
  • na área da saúde, podem desempenhar funções em hospitais (nas unidades de fertilização in vitro ou no Instituto Português de Oncologia, entre outros), em laboratórios privados de análise biológicas e em clínicas;
  • na área da indústria, podem trabalhar em empresas dos ramos agroalimentar, químico, farmacêutico e de celulose, entre outras, quer numa vertente ligada à produção, quer numa vertente ligada à comercialização e marketing, (por exemplo, na divulgação de informação médica numa empresa farmacêutica);
  • os biólogos podem também trabalhar na área da administração pública local e central, nomeadamente em autarquias e institutos ou organismos públicos, como nos serviços do Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas ou do Ministério do Ambiente, por exemplo, colaborando na definição de políticas. Podem, ainda, trabalhar em empresas públicas, desempenhando funções ligadas, designadamente à gestão dos recursos tecnológicos.

Apesar de poderem trabalhar para vários tipos de entidades, o mercado de trabalho actual dos biólogos ainda é pequeno. No entanto, começa a dar sinais de estar em expansão, facto que poderá estar relacionado com o aumento da procura destes profissionais em áreas de actividade que não as tradicionais do ensino e da investigação. Uma das áreas que, nos últimos anos, se tem vindo a apresentar como uma boa alternativa para estes profissionais é a área de assessoria e consultadoria, através da constituição de pequenas empresas que prestam serviços, por exemplo, em análises de qualidade da água, estudos de biologia e conservação da natureza, estudos de impacto ambiental, estudos de análises biológicas, estudos sobre os recursos marinhos, entre outros. Dado existirem, actualmente, algumas dificuldades de inserção no mercado de trabalho, verifica-se que muitos biólogos estão a trabalhar em sectores que não relacionados com a sua área de formação.

Fonte: Guia das Profissões - Direcção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho

CIÊNCIAS DA TERRA E DO ESPAÇO

As principais entidades empregadoras de geólogos são: o Ministério do Ambiente e Recursos Naturais (em particular o Instituto da Água), o Ministério da Economia (através do Instituto Geológico e Mineiro e do Gabinete para a Pesquisa e Exploração de Petróleo), o Ministério da Educação (com destaque para as universidades), o Ministério do Equipamento, do Planeamento e da Administração do Território (através, por exemplo, do Laboratório Nacional de Engenharia Civil), as autarquias e as empresas mineiras, petrolíferas, de gás natural, de construção civil, de exploração de pedreiras, de exploração de águas e de geologia, sobretudo as especializadas em trabalhos relacionados com geotecnia, ambiente ou águas. Dentre estas organizações, as que se têm destacado na procura de profissionais estão ligadas, principalmente, a actividades relacionadas com a geotecnia e a hidrogeologia. Esta procura verifica-se sobretudo no litoral do continente e com maior incidência nos centros urbanos.

Não obstante a quantidade de entidades empregadoras, o número de geólogos existentes supera a procura. Por outro lado, a actividade por conta própria é limitada, dado o elevado investimento exigido para adquirir os equipamentos necessários à execução de muitas tarefas. Estes factores têm como consequência a derivação para os estabelecimentos do ensino básico e secundário, onde podem leccionar disciplinas como, por exemplo, Ciências Naturais, Biologia e Geografia.

Fonte: Guia das Profissões - Direcção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho

CIÊNCIAS DO AMBIENTE

Os licenciados nas áreas da Engenharia do Ambiente e Urbanismo dispõem da possibilidade de exercer uma diversidade de funções nas seguintes instituições:

  • Empresas de Serviços;
  • Empresas Industriais;
  • Gabinetes de Consultoria;
  • Organismos da Administração Central, Regional e Local;
  • Instituições de Investigação Científica e Tecnológica.

Fonte: Faculdade de Engenharia - Universidade Católica Portuguesa

CIÊNCIAS DO MAR

Os licenciados nas áreas das Ciências do Mar - Engenharia Naval, Oceanografia e Meio Aquático - dispõem da possibilidade de exercer uma diversidade de funções nas seguintes instituições:

  • Institutos de Investigação e Desenvolvimento (ex: Instituto Hidrográfico, Instituto Geológico e Mineiro, Instituto da Água, Instituto das Pescas e Investigação Marítima, Instituto de Conservação da Natureza, etc.);
  • Empresas Privadas;
  • Consultoria técnica e científica;
  • Universidades e Institutos Politécnicos;
  • Direcções Gerais e Regionais.

Fonte: Faculdade de Ciências do Mar e do Ambiente - Universiadade do Algarve

CIÊNCIAS AGRÁRIAS E FLORESTAIS

As principais entidades empregadoras dos engenheiros agrónomos são a administração pública central (sobretudo o Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas - MADRP), as associações de produtores, as cooperativas agrícolas e agroindustriais e as indústrias agroalimentares e agro-químicas. Estes profissionais podem, igualmente, trabalhar em estabelecimentos de ensino e centros de investigação. Até há alguns anos atrás, a administração pública absorvia a maior parte da mão-de-obra disponível no mercado de trabalho, mas a situação tem vindo a alterar-se e hoje são já as empresas que criam mais postos de trabalho. Contudo, a procura actual de mão-de-obra, por parte das empresas, não é suficiente para fazer face à oferta, surgindo como alternativa o exercício de funções no ensino (principalmente secundário).

Não obstante a maioria dos engenheiros agrónomos trabalharem por conta de outrem como quadros técnicos, vai aumentando o número de profissionais que trabalham por conta própria, gerindo a empresa agrícola de que são proprietários.

As principais entidades empregadoras dos engenheiros florestais, na administração pública, são o Ministério da Agricultura, através da Direcção Geral das Florestas (organismo que superintende os assuntos florestais) e o Ministério do Ambiente, através do Instituto de Conservação da Natureza (organismo responsável pelos parques naturais). Ensino e investigação constituem áreas alternativas, existindo também possibilidades de emprego nas câmaras municipais, principalmente onde existe património florestal, arvoredo urbano ou viveiros.

No sector privado, as principais entidades empregadoras são as empresas de celulose e pasta de papel, as empresas e cooperativas de arborização, de produção de madeira e cortiça, as empresas proprietárias de zonas de caça turística e associativa e, em menor número, empresas de estudos e projectos relacionados com a floresta e associações ecologistas.

Fonte: Guia das Profissões - Direcção Geral do Emprego e das Relações de Trabalho

CIÊNCIAS ANIMAL E VETERINÁRIA

Perfil e saídas profissionais dos licenciados:

  • Biotecnologia e diagnóstico;
  • Clínica de animais de companhia;
  • Clínica de espécies pecuárias;
  • Clínica de espécies exóticas e selvagens;
  • Produção e melhoramento animal;
  • Sanidade animal;
  • Polícia Sanitária e Epidemiovigilância;
  • Tecnologia dos produtos de origem animal;
  • Inspecção Sanitária;
  • Higiene e Saúde Pública.

Fonte: Universidade de Trás-os-Montes e Alto Dour



       

Publicidade